O tapete vermelho sempre foi mais do que um desfile de celebridades – é um palco onde a moda escreve capítulos inesquecíveis de sua história. Ali, entre flashes e olhares atentos, surgem momentos de pura ousadia, inovação e beleza que marcam época e inspiram gerações.
De aparições ousadas a homenagens sutis, alguns looks ultrapassaram a efemeridade de uma premiação e tornaram-se verdadeiros marcos culturais. Aqui, uma seleção dos visuais que mudaram a forma como enxergamos o glamour, a elegância e a liberdade de expressão na moda.
1. Audrey Hepburn no Oscar de 1954 – Givenchy, pura sofisticação

A eterna musa de “Bonequinha de Luxo” surgiu no Oscar com um vestido branco de renda assinado por Hubert de Givenchy. Minimalista e atemporal, o look consolidou a parceria icônica entre atriz e estilista, e eternizou a silhueta slim como símbolo de elegância pura.
2. Cher no Oscar de 1986 – Bob Mackie e o poder do show

Com um conjunto ousado de penas pretas e transparências, Cher desafiou todos os códigos de vestimenta da Academia. O visual, quase carnavalesco, era uma crítica à forma como a indústria tratava artistas como ela. Resultado? Um look provocador que abriu espaço para mais ousadia nos anos seguintes.
3. Jennifer Lopez no Grammy de 2000 – Versace e o nascimento do Google Imagens

O vestido verde de chiffon com decote profundo usado por J.Lo não apenas parou o tapete vermelho — ele praticamente criou a internet visual como conhecemos hoje. A busca frenética pelo look foi tamanha que impulsionou o desenvolvimento do Google Imagens. Um momento fashion e tech.
4. Björk no Oscar de 2001 – O cisne de Marjan Pejoski

Polêmico? Sim. Inesquecível? Também. O vestido de cisne usado por Björk foi ridicularizado por muitos, mas hoje é visto como um ato de irreverência artística. A islandesa desafiou os padrões do “red carpet glam” e provou que moda também é performance.
5. Lupita Nyong’o no Oscar de 2014 – Prada azul celeste e ancestralidade

O vestido fluido em tom “Nairobi blue”, escolhido por Lupita, foi um sopro de leveza e representatividade. Com uma estética quase mitológica, o look celebrava suas raízes quenianas e marcou sua chegada como um novo ícone de beleza e elegância moderna.
6. Rihanna no Met Gala de 2015 – Guo Pei e o impacto da moda oriental

Com uma capa amarela monumental e bordada à mão, Rihanna trouxe a China imperial para o centro do Met Gala. O vestido viralizou (lembra do meme da omelete?), mas também despertou interesse global por estilistas asiáticos, especialmente Guo Pei, até então pouco conhecida no Ocidente.
Por que esses looks importam?
Esses momentos não são apenas sobre vestidos bonitos. Eles representam viradas culturais, afirmações de identidade, subversões de expectativa. São lembretes de que a moda, no fim das contas, é uma forma de contar histórias — e o tapete vermelho, seu palco mais emblemático.
Gostou da viagem fashion?
Siga-me no Instagram para mais mergulhos no mundo da moda, da beleza e do lifestyle de quem ama viver (e vestir) com sofisticação.